quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Na trave



O jogador quando está perto do gol e chuta, sabe quando o chute saiu certo. Também há aquela porcentagem da probabilidade e torcida de que vai acertar dentro do gol, porém, as vezes isso não acontece. 
No amor às vezes é assim. Você parece que "chutou" certo e que vai marcar... me entenda bem, estou falando quando você acha que achou a pessoa certa, marcou o gol; o problema é quando isso não é assim. 
O que as vezes lamento é que a bola poderia ter entrado, o amor poderia ter dado certo, mas, não deu. Foi na trave... sabe? Sabe quando você olha a bola tentando controlar a curva pra fazer ela entrar no gol? Mesmo se você não for familiarizado com isso dá pra imaginar. Pois é, é triste quando bate na trave, um "quase lá", um "poderia ter sido". 

Mas é a vida.

O que consola é que podemos ter mais uma chance de acertarmos. Mas uma tentativa de chutarmos e convertermos o placar. Claro, no amor as coisas não são "jogáveis" como numa partida de futebol, mas talvez essas traves parem de atrapalhar e deixem os amores fluírem e viverem. 

Melhor calibrar o pé.    

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