segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Se vejo a ti

Se vejo a ti em meu espelho
Por sua foto, por assim olhar
Se te vejo pensativa
Aqui pensando também quero ficar

Se seus cabelos negros, teu rosto, teu esguio
Me faz iluminar o farol de um gosto pueril
De formas, prazeres, amostras, poderes
De ser quem sou, te ver, hoje ainda vou

De saber seus encantos
Enxugar o teu pranto
Pra te consolar
Pois teu amor, sem ele não quero ficar

Fica comigo no dia do amor
Mostra o rio, no frio, no calor
Me dá um sorriso, pra eu te sentir
Pra eu te ver na varanda, olhando pra mim

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O Dia em que o Sol não Nasceu (Parte 9)

A HISTÓRIA DO DOUTOR JACK ORBIUS (Parte 2)

- Vai, vai, vai ,vai!!!!
- Peraí, parece que tem alguém na janela!
- Não temos tempo de esperar agora, os outros já correram!
- Espera, estou pensando em alguma coisa...
- Will, o que você quer pensar agora, não temos tempo
- Espera aí, vou atirar no lustre
- No lustre? isso vai causar um barulhão dentro da casa
- Apenas veja!

Will então pegou sua metralhadora e atirou no lustre dentro da casa
De fato, havia um soldado inimigo na janela, e quando o lustre foi atingido pelos tiros, ele se abaixou, e quando o lustre caiu, os estilhaços dos vidros do lustre terminaram por acertar o soldado.

- Nossa Will, como você faz essas coisas?
- É apenas física, nada demais.

Os dois entraram na casa e perceberam que não havia mais ninguém.

- Onde está o cofre mesmo?
- Na esquerda, primeira porta
- Me cubra, vou entrar
- Ok.




- Não estou conseguindo abrir, e ele é pesado pra levar
- Atira na porta
- Isso é de ferro, a bala vai recochetear.
- Atira, vai logo!
- Ok ok! e atirou

A bala recocheteou na porta do cofre, bateu na perta de uma cadeira que com o pedaço de ferro dela, arrebentou a parte inferiror da massaneta do cofre, abrindo-o.

- Will, você é um gênio mesmo, o cofre abriu
- Pega logo e vamos embora!

Ouve-se tiros do lado de fora da casa, e janelas se quebrando.

- Abaixa Will, eu já peguei, vamos embora!

Os dois se abaixam e vão rastejando para a parte de trás da casa, mas, quando eles passam para o outro cômodo, uma explosão acontece.







- Will? Will? Will? Acorda! Will? Sou eu, John, acorda Will, eles estão vindo, levanta....
- O que está acontecendo?
- Eles estão vindo, levanta logo, senão você vai ser pego! Vai, levanta daí!
- Eles quem?
- Lavanta daí, não dá tempo de explicar, você deve ter desmaiado, levanta logo, temos que correr!
- Minha cabeça, eu tô sangrando!
- Corre!!!

Will se levanta e eles correm, Will com a mão na cabeça pois estava sangrando, eles saem da casa e mais explosões se seguem, então um senhor, meio grisalho aparece ao longe, fazendo um sinal para eles entrarem num determinado local.

Eles chegam e entram.

- Coloque ele na mesa
- Quem é você?
- Não tempo para perguntas agora, seu amigo está morrendo
- Você é médico?
- Sou...
- Está mentindo, mas, ajude ele
- Não estou, agora cale a boca
- Você é um inimigo, por que está nos ajudando?
- Nem todos concordam com a guerra

John saca a arma

- Olhe bem espertinho, não pense que a essa altura da guerra vou cair nessa conversinha de que pode ter alguém que não concorde com isso, se você está aqui é porque concorda.

O senhor pára os curativos e olha pra ele.

- Eu já fiz muita coisa ruim, trabalhando em outros combates, mais depois que eu mesmo matei a minha filha envenenada, não quero mais isso, eu já fiz coisas bizarras garoto, não brinque comigo, não tenho medo de morrer, mas estou convencido de que posso fazer alguma coisa para tentar amenizar minha dor, faço isso pela minha filha.

John abaixa a arma.

- Mas você não pode dizer nem ao menos o seu nome?
- Garoto insistente, meu nome é... Jack Orbius!



Continua...

by: Steve

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Se um dia eu souber

Se um dia eu souber o que você sente
Das minhas mãos nunca sairá da minha mente
Aquilo que pensei sentir, ouvir, cheirar
No teu pescoço, suas mãos, seu olhar
Todo o toque de Midas com que foi criada
A mulher mais linda que pode ser encontrada
Nos poucos versos que eu desejo
Revelar tudo aquilo que anseio e um pouco mais
Mais do que tudo que vi, senti, pensei
Mas do que a vida que um dia imaginei
Ser o que posso, amar o que tenho
Ter você comigo pra sempre, sem medo.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A memória do futuro

É engraçado como as vezes, pensamos ter visto alguma coisa no passado, mas na verdade é presente. É estranho essa sensação pois parece que estamos ficando loucos.

O futuro que nos espera é algo que não se pode saber, mas se pode conjecturar. Tudo que se passa hoje vira passado, e o futuro é esse segundo que está bem aí a sua frente. Quando perguntado sobre como nasce a história, bem, é mais simples do que se imagina; a história nasce no mesmo instante em que se finda o presente, e este vira passado. Meio embolado? Uma resposta mais simplista: Toda hora, é hora de história! Como assim? A casa milézimo de segundo que passa, acontece algo novo, algo que muda o passado, isso é história. A história que conheçemos como "olhar para o passado", é nada mais na da menos do que "ver os erros no passado para não repetí-los no presente", essa, meus caros, é a função da história, e não apenas facilitar a abertura de museus.

Conheçemos muito pouco sobre nossa história, nosso legado, e no decorrer dos milhões de anos passados, essa número fica ainda mais alarmante. Somos um pingo no Universo?

Tudo que se passa, já foi futuro um dia (quando estávamos no passado), ou seja, o passado nada mais é do que as memórias do futuro. Coisas que vimos, pensamos, passamos, mudamos... tudo sempre muda, a todo instante... essa é a nossa realidade.

Por isso afirmo, continuemos a criar história, presente, passado e futuro, para termos não apenas uma Estória para contar, mas sim, uma memória vida do que realmente aconteceu e se possa levar em nossas vidas... para o futuro.

Que vivamos de volta para o futuro, porque o futuro é aqui, é agora!

By: Steve