A HISTÓRIA DO DOUTOR JACK ORBIUS (Parte 3)
- Jack Orbius, hum.
- Me ajude a virá-lo.
Viraram Will e o colocaram numa posição para que o doutor pudesse olhar a cabeça dele.
- Will, aguente firme, não morra.
- Calma garoto, não me desconcentre
O doutor começou a usar suas ferramentas, e viu que havia um estilhaço de vidro na cabeça de Will por causa da explosão.
- O caso é meio complicado aqui, vamos anestesiá-lo.
- Mas assim ele vai apagar
- É essa a idéia, trate de ficar de guarda para que ninguém entre aqui.
- Certo.
Durante 3 horas o doutor Jack Orbius tratou da cabeça de Will.
Tiros... bombadeiro... invasões...
- Eles nos viram!!!
- Droga! Estou quase terminando!
- Vou tentar contê-los o quanto posso, minha munição está quase acabando!
- Terminei, mas ele ainda está sob o efeito da anestesia, não podemos tirar ele daqui!
- E o que vamos fazer? Tem muitos deles, consegui matar sete até agora, mas estão vindo mais!
- Espere, tem um carrinho ali guardado para emergências, acho que essa é uma boa hora de usá-lo! Entre, me ajude!
- Não posso, eles já estão aqui... corra você!!!
E começa a atirar sem parar nos soldados que vinham invadindo. O doutor Jack Orbius com muito esforço colocou Will no carrinho que estava sobre trilhos, o cobriu com seu jaleco para aquece-lo, e o empurrou túnel abaixo.
- Fui atingido!
- Já consegui tirá-lo daqui!
- Maldição, minha perna! doutor me ajude!
O doutor pega sua metralhadora e começa a atirar nos inimigos.
- O que você está fazendo? Sou eu quem estou ferido!
- A única forma de eu te ajudar é fazendo isso antes que de estraçalhem.
Então John pega sua metralhadora e também começa a atirar junto com o doutor.
- Aaaaauunnn!!!!
- Doutor!!!
O doutor cai no chão.
- Doutoooooor!!! Aaaaauunnn!!!
- Oi?
Aos poucos os olhos vão abrindo.
- Oi? Tá acordado?
- Ã? O que ?
- Huumm, acordou. Está sentindo alguma tontura?
- O que? Onde estou?
Uma bela moça se encontrava ao lado da cama onde ele estava.
- Quem é você?
- Meu nome é Valeska. Valeska Grannin. Estou aqui para cuidar de você.
- Hum, obrigado.
- Por nada... de onde você veio?
By: Steve
sábado, 26 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Poesia e o Lirismo
As vezes ele entende
As vezes se desmente
As vezes se resume
As vezes se intriga
As vezes se fica mudo
As vezes ele grita
As vezes ele esparge
As vezes se envolve
As vezes se remove
As vezes se comove
As vezes nós andamos
As vezes conversamos
As vezes somos tudo
As vezes só paramos
As vezes só olhamos
As vezes só falamos
As vezes ficamos juntos
As vezes só imundos
As vezes bem comuns
As vezes somos um
Mas o que nos faz ser lirismo
Por mais vezes só... nenhum
By: Steve
As vezes se desmente
As vezes se resume
As vezes se intriga
As vezes se fica mudo
As vezes ele grita
As vezes ele esparge
As vezes se envolve
As vezes se remove
As vezes se comove
As vezes nós andamos
As vezes conversamos
As vezes somos tudo
As vezes só paramos
As vezes só olhamos
As vezes só falamos
As vezes ficamos juntos
As vezes só imundos
As vezes bem comuns
As vezes somos um
Mas o que nos faz ser lirismo
Por mais vezes só... nenhum
By: Steve
sábado, 5 de março de 2011
Sabe?
Sabe quando a gente sente aquele sentimento que não sabe descrever?
Sabe?
Sabe quando achamos que estamos sentindo uma coisa, que não sabemos de onde vem, nem pra onde vai, que não tem uma direção definida, na verdade nem sabemos o que é?
Sabe?
Sabe quando parece que seu coração acelera e você fica pensando: quem é que fez isso comigo? Mas não tem resposta por isso vem de todos os lugares e de lugar nenhum?
Sabe?
Sabe aquela sensação que você lembra que já teve um dia mas, fica sem saber se é aquilo mesmo, e fica com medo de ser algo que você não está disposto a encarar nessa hora?
Sabe?
Sabe quando você escuta aquelas músicas melozas, tocantes, reflexivas que faz você ficar quase chorando, ou rindo de canto de boca, só pensando no passado, ou num futuro distante?
Sabe?
Sabe quando você não quer admitir que está mudando, amadurecendo, vendo as coisas de um jeito diferente de antes, vendo com um olhar mais e menos crítico, quando você percebe que está fazendo escolhas melhores, está trazendo coisas melhores para si?
Sabe?
Pois sabe, tudo isso eu estou sentindo, de um jeito esquisito e inevitável, sinto isso quando ando nas ruas, quando olho pro céu, quando vejo as pessoas, quando enxergo mais do que queria ver. Sabe, isso já aconteceu com você? Sim? Não? Talvez? É exatamente isso, o prazer da inconstância e da dissonância dos sentimentos humanos. Não dá pra prever, não dá pra esconder... é alguém? Acho que não, então o que?
Você sabe? Eu não sei.
By:Steve
Sabe?
Sabe quando achamos que estamos sentindo uma coisa, que não sabemos de onde vem, nem pra onde vai, que não tem uma direção definida, na verdade nem sabemos o que é?
Sabe?
Sabe quando parece que seu coração acelera e você fica pensando: quem é que fez isso comigo? Mas não tem resposta por isso vem de todos os lugares e de lugar nenhum?
Sabe?
Sabe aquela sensação que você lembra que já teve um dia mas, fica sem saber se é aquilo mesmo, e fica com medo de ser algo que você não está disposto a encarar nessa hora?
Sabe?
Sabe quando você escuta aquelas músicas melozas, tocantes, reflexivas que faz você ficar quase chorando, ou rindo de canto de boca, só pensando no passado, ou num futuro distante?
Sabe?
Sabe quando você não quer admitir que está mudando, amadurecendo, vendo as coisas de um jeito diferente de antes, vendo com um olhar mais e menos crítico, quando você percebe que está fazendo escolhas melhores, está trazendo coisas melhores para si?
Sabe?
Pois sabe, tudo isso eu estou sentindo, de um jeito esquisito e inevitável, sinto isso quando ando nas ruas, quando olho pro céu, quando vejo as pessoas, quando enxergo mais do que queria ver. Sabe, isso já aconteceu com você? Sim? Não? Talvez? É exatamente isso, o prazer da inconstância e da dissonância dos sentimentos humanos. Não dá pra prever, não dá pra esconder... é alguém? Acho que não, então o que?
Você sabe? Eu não sei.
By:Steve
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