A HISTÓRIA DO DOUTOR JACK ORBIUS (Parte 1)
1942
Em meio ao caos provocado pela Segunda Guerra Mundial, os países em ruínas, e a sociedade deteriorando-se, continuam as convocações de soldados para a guerra.
Bombas explodindo, pessoas morrendo, lugares sendo invadidos, combatentes em interrogatórios, metralhadoras, tiros, canhões, fumaça, fogo, ardor dos olhos, xingamentos, desordem, anarquia, arrombamentos, vandalismo. O terror literalmente se instalara na região de conflito direto, onde só se seguia uma ordem, seguir em frente, e não morrer. Lá estavam eles, os jovens combatentes, no auge de sua energia, diperdiçando-a em combate.
- Vem, vem, vem!!! Por aqui... Você, vai pra lá, você, siga a trilha, ninguém pode se perder entendeu?
- Sim senhor!!!
Enquanto alguns dos homens espiam os inimigos, os outros entram dentro de um buraco feito por uma bala de canhão na parte inferior de um moru feito de pedra, uma construção antiga onde teriam que pegar um documento de renuncia de um dos comandantes inimigos, rendidos no confronto.
- John, vem você...
- Sim senhor!
- John, preste a atenção pois vou só falar uma vez. Quando passar pela vala com os outros, imediatamente dobre a esquerda, aqui como você está vendo no mapa, e entre nessa porta. Como de alguma forma poderar a ver algum inimigo vivo, vou te mandar acompanhado.
- Sim senhor entendi.
- Esses comandantes sempre guardam suas coisas de maior valor em urnas, que ficam dentro um cofre. Use a granada para estourar o cofre, pegue a urna, e saia pela porta da frente, você me entendeu?
- Sim senhor!
- Após sair, dobre a direita, você encontrará os outros para contornarem o estábulo, estamos entendidos?
- Sim senhor, entrar, pegar, sair e contornar!
- Bom, vejamos, onde estão os outros?
- Estão descansando senhor, corremos muito para chegar aqui.
- Sem descanso agora, estamos no olho do furacão, parar agora pra descansar é pedir pra morrer, mande-os entrar em formação e escolha o soldado que você quer levar para escolta-lo.
- Eu senhor?
- Sim, você, está na sua responsabilidade conseguir o documento e protejer o seu companheiro, a vida dele está sob sua responsabilidade, então escolha-o você, isso é uma ordem soldado!
- Senhor, sim senhor!
- Pronto senhor!
- Número 12 é? Vai ser ele mesmo?
- É senhor, é ele.
- Não gosto de tratar ninguém por número aqui filho, qual seu nome?
- Baxter, Willian Baxter senhor!
- Willian Baxter, nome complicado demais pra chamar numa batalha.
- Com sua permissão senhor, pode me chamar de Will.
- Will? Bem melhor, está ciênte da missão senhor Will?
- Sim senhor.
- Pois bem, espero que vocês fiquem amigos antes de entrar naquela vala, pois dali pra frente é a cargo de vocês. Vamos homens, formação, vamos invadir!!!!
- Will, vamos quando os outros passarem pelo portão, seremos os últimos ok?
- Certo... por que você me escolheu?
- Ã? O que?
- Por que você me escolheu?
- Que pergunta mais inconveniente, o que importa?
- Não, por nada, mas, só por precaução, pode colocar a lente da snaiper um pouco mais inclinada?
- Por que? Você é louco?
- Por nada, é só pelo fato que pela posição do sol, quando atravessarmos a vala a luz vai incidir na lente o que vai provocar um feixe dentro da casa, avisando que estamos lá.
- Ah, é por isso? Então está bem. Pronto, eles correram, vamos entrar!!!
Continua...
By: Steve
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
O dia em que o sol não nasceu (Parte 7)
Abre os olhos... olha para os lados, vê-se um quarto...
Entra uma mulher com uma bandeja na mão, tem comida na bandeja...
Então se levanta e fica sentado na cama... é o Dr. Orbius, e parece estar meio confuso. Ele põe a mão na cabeça e vê que está enfaixada...
- O que aconteceu, por que minha cabeça está enfaixada?
- Você levou uma garrafada na cabeça de um dos moradores lá na praça
- Ah, foi?
- É, você caiu na hora, então trouxemos você pra cá.
- Hum, é, acho que desmaiei.
- Foi, apesar de também não concordarmos com você com relação ao que você disse, não poderíamos deixar você ali sozinho, mesmo com os guardas, era muita gente, você ia acabar morrendo.
- Hum, obrigado.
- Tudo bem, não precisamos da violência para resolver as coisas, somos uma família civilizada.
- Que sorte a minha.
Então entra o marido da senhora que entrou no quarto...
- Como está?
- Bem, eu acho, só com a cabeça doendo um pouco.
- Há, normal, pra quem levou uma pancada como essa na cabeça, até posso dizer que você é cabeça dura. O doutor riu um pouco sem graça. E o senhor continua.
- Bem, Amália, nos deixe a sós, sim?
- Sim amor. E saiu a esposa pela porta e a trancou.
O marido então puxa uma cadeira e senta ao pé da cama, tira o boné, meio surrado, e então fica olhando para o doutor.
- Algum problema? Pergunta ele.
- Bom, me diga você. Pergunta o senhor.
- Fora a dor de cabeça, eu poderia saber seu nome.
- Ah, desculpe, meu nome é Claude, não sou daqui.
- Claro. Percebi por seu sotaque. Mas, por que perguntou se eu tinha alguma problema?
- Bem, acho que isso é uma longa história, mas, acho melhor que você a conte, porque de onde eu venho não tenho o costume de ouvir apenas um lado da história.
- Um lado da história? Como assim?
- Como assim? Bem, reconhece essa foto?
Então tira do bolso da camisa uma foto com dois rapazes nela.
O doutor fica olhando meio sem entender mas logo seu semblante muda para um ar atônito.
- O que foi? Reconhece quem está na foto?
- Hum, hum, não não.
O homem fica olhando para ele como quem não acredita.
- Você acha que me engana doutor? Sei quando um homem está mentindo.
O doutor continua olhando para a foto sem acreditar.
- Ah, desculpe, não foi minha intenção.
- É, acho que não foi. Então, diga-me, reconhece quem está na foto?
- S... Si... Sim.
- Quem é?
- Sou eu.
- Você? É, está bem diferente não acha?
- Um pouco.
- E quem é esse outro aqui?
Will? Acorda Will!!!!
- Eu não sei.
- Não sabe com quem tirou uma foto quando era jovem e cheio de energia?
- Não lembro, minha cabeça dói.
- Vocês pareciam bem felizes não é?
- Pare, não quero mais falar disso.
- Dr. Jack Orbius, o homem que previu que nós vamos ter uma catástrofe em nossa cidade. Acho que a nossa conversa não vai parar por aqui, e você sabe disso.
O doutor então olha para ele como quem está querendo saber o que ele sabe.
- Bem, já que você não quer começar, eu começo, e vamos ver quem sabe mais sobre a sua história.
Continua...
By: Steve
Entra uma mulher com uma bandeja na mão, tem comida na bandeja...
Então se levanta e fica sentado na cama... é o Dr. Orbius, e parece estar meio confuso. Ele põe a mão na cabeça e vê que está enfaixada...
- O que aconteceu, por que minha cabeça está enfaixada?
- Você levou uma garrafada na cabeça de um dos moradores lá na praça
- Ah, foi?
- É, você caiu na hora, então trouxemos você pra cá.
- Hum, é, acho que desmaiei.
- Foi, apesar de também não concordarmos com você com relação ao que você disse, não poderíamos deixar você ali sozinho, mesmo com os guardas, era muita gente, você ia acabar morrendo.
- Hum, obrigado.
- Tudo bem, não precisamos da violência para resolver as coisas, somos uma família civilizada.
- Que sorte a minha.
Então entra o marido da senhora que entrou no quarto...
- Como está?
- Bem, eu acho, só com a cabeça doendo um pouco.
- Há, normal, pra quem levou uma pancada como essa na cabeça, até posso dizer que você é cabeça dura. O doutor riu um pouco sem graça. E o senhor continua.
- Bem, Amália, nos deixe a sós, sim?
- Sim amor. E saiu a esposa pela porta e a trancou.
O marido então puxa uma cadeira e senta ao pé da cama, tira o boné, meio surrado, e então fica olhando para o doutor.
- Algum problema? Pergunta ele.
- Bom, me diga você. Pergunta o senhor.
- Fora a dor de cabeça, eu poderia saber seu nome.
- Ah, desculpe, meu nome é Claude, não sou daqui.
- Claro. Percebi por seu sotaque. Mas, por que perguntou se eu tinha alguma problema?
- Bem, acho que isso é uma longa história, mas, acho melhor que você a conte, porque de onde eu venho não tenho o costume de ouvir apenas um lado da história.
- Um lado da história? Como assim?
- Como assim? Bem, reconhece essa foto?
Então tira do bolso da camisa uma foto com dois rapazes nela.
O doutor fica olhando meio sem entender mas logo seu semblante muda para um ar atônito.
- O que foi? Reconhece quem está na foto?
- Hum, hum, não não.
O homem fica olhando para ele como quem não acredita.
- Você acha que me engana doutor? Sei quando um homem está mentindo.
O doutor continua olhando para a foto sem acreditar.
- Ah, desculpe, não foi minha intenção.
- É, acho que não foi. Então, diga-me, reconhece quem está na foto?
- S... Si... Sim.
- Quem é?
- Sou eu.
- Você? É, está bem diferente não acha?
- Um pouco.
- E quem é esse outro aqui?
Will? Acorda Will!!!!
- Eu não sei.
- Não sabe com quem tirou uma foto quando era jovem e cheio de energia?
- Não lembro, minha cabeça dói.
- Vocês pareciam bem felizes não é?
- Pare, não quero mais falar disso.
- Dr. Jack Orbius, o homem que previu que nós vamos ter uma catástrofe em nossa cidade. Acho que a nossa conversa não vai parar por aqui, e você sabe disso.
O doutor então olha para ele como quem está querendo saber o que ele sabe.
- Bem, já que você não quer começar, eu começo, e vamos ver quem sabe mais sobre a sua história.
Continua...
By: Steve
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Quando nós erramos
É a pior sensação que se pode sentir. Quando erramos, tudo em nossa cabeça vêm a tona: lembraças, revolta, tudo o que poderíamos ter feito e não fizemos, principalmente, evitar.
Quando nós erramos, nos sentimos as piores pessoas do mundo, nos sentimos sujos, enxarcados de lodo, lama, não vale a pena.
Errar pode ser humano, mas existem humanos que não gostam de errar, não são conformados com isso. Limitar-se a aceitar que só porque somos propensos a errar é necessário que erremos.
Nunca vale a pena errar, nem que seja por mero prazer, não compensa; a honra está em fazer sempre o que é certo, custe o que custar, dôa a quem doer, é uma lei simples porém difícil de ser seguida.
Porém, quando nós erramos, vemos uma maneira de acertar, pedindo desculpas, perdão, assumindo o erro, buscando o acerto, e mais do que isso, lutar para não repetí-lo, pois, como diz o ditado: "Errar uma vez é normal, mas continuar no erro... é burrice". Ninguém quer ser burro suponho eu, principalmente eu, não quero ser. Queremos a sensatez, honestidade, sinceridade e coragem, dispostos a dizer NÃO e seguir em frente.
Portanto, apesar da dor iminente no coração quando erramos, podemos voltar a tempo de nos reerguermos e levantarmos para aprender com os erros e iniciar os novos acertos. Tente acertar e tente não errar, acontece porque é excessão, não regra.
By: Steve
Quando nós erramos, nos sentimos as piores pessoas do mundo, nos sentimos sujos, enxarcados de lodo, lama, não vale a pena.
Errar pode ser humano, mas existem humanos que não gostam de errar, não são conformados com isso. Limitar-se a aceitar que só porque somos propensos a errar é necessário que erremos.
Nunca vale a pena errar, nem que seja por mero prazer, não compensa; a honra está em fazer sempre o que é certo, custe o que custar, dôa a quem doer, é uma lei simples porém difícil de ser seguida.
Porém, quando nós erramos, vemos uma maneira de acertar, pedindo desculpas, perdão, assumindo o erro, buscando o acerto, e mais do que isso, lutar para não repetí-lo, pois, como diz o ditado: "Errar uma vez é normal, mas continuar no erro... é burrice". Ninguém quer ser burro suponho eu, principalmente eu, não quero ser. Queremos a sensatez, honestidade, sinceridade e coragem, dispostos a dizer NÃO e seguir em frente.
Portanto, apesar da dor iminente no coração quando erramos, podemos voltar a tempo de nos reerguermos e levantarmos para aprender com os erros e iniciar os novos acertos. Tente acertar e tente não errar, acontece porque é excessão, não regra.
By: Steve
sábado, 1 de janeiro de 2011
1º de 2011
Sem previsões...
Não sei o que vai acontecer em 2011, mas creio que seráo grandes coisas a se realizar
Conversar com meu velho é sempre bom, um poço de sabedoria e histórias, aprendendo sempre a ser o melhor que puder, buscar o melhor que puder... e ter o melhor que puder! 1º de 2011... um ano para ficar na história! Eu acredito no inacreditável, e sei quem vai fazer isso, Deus!
By: Steve
Não sei o que vai acontecer em 2011, mas creio que seráo grandes coisas a se realizar
Conversar com meu velho é sempre bom, um poço de sabedoria e histórias, aprendendo sempre a ser o melhor que puder, buscar o melhor que puder... e ter o melhor que puder! 1º de 2011... um ano para ficar na história! Eu acredito no inacreditável, e sei quem vai fazer isso, Deus!
By: Steve
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