2.6
Não vou falar muita coisa.
Pela primeira vez não estou num dia empolgado de aniversário. Não porque estou triste, não, estou alegre sim, mas talvez as circunstâncias da vida me levaram a ver este dia como uma dia normal, e não tão grandioso como das outras vezes (apesar de eu ainda achar).
Talvez desta vez não fazer alarde seja minha forma de comemorar meu aniversário. Sem festas, presentes, gente que eu não conheço me parabenizando... é, não espero nada menos (ou mais) do que isso.
Mas sei que nestes bons 25 anos que vivi, aprendi muito, tive várias experiências, superei um monte, algumas ainda estão no processo, enfim, o bom é que SEI que coisas melhores estão ali, bem na esquina, só esperando eu chegar até lá. E tudo o que eu já passei, sim, faz parte do treinamento, faz parte do crescimento, do amadurecimento.
O orgulho é um defeito que não quero contemplar, então sim, me arrependo de algumas coisas, porém em outras, o que fiz, ainda deixei a desejar. Espero poder contar com bem mais de 25 anos de vida para viver, se assim o meu Senhor permitir. Espero, de todo coração, finalmente descobrir um segredo que venho perseguindo a um bom tempo. Talvez, quando eu descobrir, eu conte.
Obrigado meu Deus, por mais esta oportunidade, de estar aqui escrevendo mais um texto de agradecimento por meu aniversário, tu sabes que não sou nada, mas tu também sabes o quanto busco acertar e melhorar, ser o melhor que posso ser. Tu sabes.
Deus é bom, e tudo o que ele FAZ, é perfeito.
By: Estevão Lira Campos
quarta-feira, 15 de maio de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
Ressurja!
- Ressurja! Clamou o velho de guerra, fora de sua cela...
As vezes nos prendemos as várias razões, memórias e pensamentos, e vivemos numa constante prisão.
Éramos livres até algo estilhaçar nosso coração.
Sorríamos, pulávamos, contávamos histórias, mas algo mudou tudo.
Mudou nossos hábitos, nosso rumo.
- Ressurja! Clamou o velho de guerra, fora de sua cela...
- Suba o poço! Ganhe seu sopro!
Pensamos em seguir, continuar, não pensar em mais nada a não ser avançar!
E a coragem vem, e os temores passam, e saímos como a Fenix!
Ressurgimos, subimos, voltamos e nos reerguemos, para o terceiro ato, o ato final!
O ato do nosso caminho eternal... ser tristes ou felizes, viver do passado ou para o futuro? Como saber? Como escolher?
- Ressurja! Clamou o velho de guerra, fora de sua cela...
Já sem medo, renovado, seu coração fica outra vez estruturado
Nas linhas do Equador, nos traços do escritor...
E mais uma vez, grita sem vergonha, grita por tudo, grita do nada:
- Ressurja! Clamou o coração velho de guerra de fora de sua cela.
Ass: Steve
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