Não sabemos em que curva da vida vamos encontrar alguém especial. De repente fazemos a conversão e estamos lá, frente a frente com quem vai mudar nossa perspectiva de vida. Cada escolha nossa nos leva a um lugar diferente e, dessas escolhas, nascem novas curvas.
Talvez numa dessas curvas da vida a gente se encontre e sente pra conversar. Tomar um café, quem sabe, não é pedir muito, é? Pra falar a verdade as vezes sinto medo de fazer essas curvas. Esse tal de futuro é bem incerto e cada vez menos concreto de se imaginar. Fico receoso se estou fazendo a coisa certa ou se te conhecer vai me fazer melhor. Espero que sim. Não quero andar tanto te procurando para no fim saber que fiz a curva no lugar errado. Não é esse o resto da vida que quero pra mim.
Mas, quem sabe em alguma curva da vida você esteja lá e seja realmente quem penso que você é. Aquilo que eu precisava para me completar, complementar e concluir o eterno quebra-cabeça. Penso muito nessas curvas e em onde elas podem me levar. Penso mais no que eu quero e se será isso mesmo que quero encontrar. Mas, estará lá, eu sei, uma hora, numa curva eu vou te encontrar e não terá volta. Nessa vida meio torta a gente se perde um pouco, fica meio tonto, perdido, por vezes confundido, mas é normal. Talvez depois de você eu não precise fazer tanta curva, só precise deixar o caminho me levar, pois estar com você ao meu lado será muito melhor que meu caminho sozinho andar.
Espero que seja assim, tenho fé que será. Que você em suas curvas um dia possa parar e também me esperar; e no dia em que eu a curva virar vou te ver, você a mim e eu a ti e vamos nas outras tantas curvas da vida bailar.

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