sábado, 4 de maio de 2013

Ressurja!


- Ressurja! Clamou o velho de guerra, fora de sua cela...

As vezes nos prendemos as várias razões, memórias e pensamentos, e vivemos numa constante prisão.

Éramos livres até algo estilhaçar nosso coração.

Sorríamos, pulávamos, contávamos histórias, mas algo mudou tudo.

Mudou nossos hábitos, nosso rumo.

- Ressurja! Clamou o velho de guerra, fora de sua cela...

- Suba o poço! Ganhe seu sopro!

Pensamos em seguir, continuar, não pensar em mais nada a não ser avançar!

E a coragem vem, e os temores passam, e saímos como a Fenix!

Ressurgimos, subimos, voltamos e nos reerguemos, para o terceiro ato, o ato final!

O ato do nosso caminho eternal... ser tristes ou felizes, viver do passado ou para o futuro? Como saber? Como escolher?

- Ressurja! Clamou o velho de guerra, fora de sua cela...

Já sem medo, renovado, seu coração fica outra vez estruturado

Nas linhas do Equador, nos traços do escritor...

E mais uma vez, grita sem vergonha, grita por tudo, grita do nada:

- Ressurja! Clamou o coração velho de guerra de fora de sua cela.



Ass: Steve

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