sexta-feira, 20 de abril de 2012
A Escada de Penrose
A escada de Penrose é uma obra prima baseada nos conceitos matemáticos ensinados pelos cientistas Lionel Penrose e seu filho Roger Penrose. O artista Esher, em sua visão fantástica sobre o mundo, encontrou na geometria a forma de demonstrar formas impossíveis e brincar com o espaço visual. Como vemos na Escada de Penrose, o que possivelmente são monges, estão a subir e descer continuamente as escadas sem que elas mostram um início ou final. Quais lições podermos tirar disso?
A Escada de Penrose me mostra variáveis que podemos aplicar na vida. A subida contínua da escada é a busca sempre pelo futuro, pelo novo, sempre indo para a frente... descendo as escadas, podem nos mostrar a volta ao passado, a busca por velhos conceitos, ou o retorno às origens.
Falando mais literalmente, a escada de Penrose seria a solução para quem quer emagrecer, pois, subir escadas faz bem para o corpo, queima muitas calorias e... uma escada que sobe sem fim, a base para uma vida saudável estaria feita.
A Escada de Penrose nos denota paradoxo, vieses, nos faz raciocinar em que coisas impossível podem acontecer, nem que seja na imaginação. Nesse caso, até foi transplantado para as telas de pintura.
Pensar nessa física impossível é nos remeter às voltas e voltas que o mundo dá... já diz o ditado que "o mundo gira e tudo pode mudar", e isso é verdade. Coisas que pensávamos ter esquecido, voltam a tona; pretensões para o futuro voltam nos confrontar no presente, sempre algo que passamos, volta a nossa frente na Escada de Penrose.
Mas, o que mais pensar a esse respeito?
Que com essa física impossível, por não fazer parte do mundo real, esse paradoxo não existe e o mundo real é o mundo real e ponto final. Será?
Por via das dúvidas, melhor levar em consideração todas as variáveis possíveis e impossíveis, por tudo pode acontecer nessa vida, até o que achamos impossível, como diz a famosa frase: "Há mais mistérios entre o céu e a terra do que pensa nossa vã filosofia"
By: Steve
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