Esse é um assunto delicado, porém, de suma importância. Os questionamento que se seguem no texto são puramente pessoais, contudo, sendo amparados por bases filosóficas, psicológicas e socias, não obstante, usando da ferramenta mais eficaz para um estudo "científico", a observação.
O ciúme sendo definido como "uma reação complexa a uma ameaça perceptível a uma relação valiosa ou à sua qualidade", segundo os psicólogos israelenses Ayala Pines e Ellitot Aronson, demonstram que o ciúme está em consonância com a definição feita pela terceira Lei de Newton sobre o princípio da física: "ação pressupõe uma reação". O que isso significa?
O ciúme é um sentimento humano, que geralmente acontece entre conjuges ou casais que entre si demonstram uma relação de afeto e coexistência mútua de sentimentos ditos, amorosos. Porém, apesar desse ser o fator mais conheçido, não é o único. O ciúme pode ser observado com relação a objetos, situações (exemplo: alguém pode ficar com raiva de outra, se o segundo discorre outra versão de uma história guardada com afeto pelo primeiro), e assim sucessivamente. Nisso, a relação de ciúmes é uma relação de reação a uma ação feita anteriormente, seja por outras pessoas ou até mesmo pelo próprio parceiro(a). E é esse o exemplo a ser abordado neste texto, é o ciúme entre casais, o que pode também ser abrangido por termos gerais.
São observados dois tipos de ciumentos:
Primeiro são os psicopatas, que levam o sentimento ao nível do exagero, com proibições, euforia, sarcasmo, até chegar ao limiar de querer a morte de outrem. Nesse tipo de ciúme, dito "doentio", o parceiro(a) vê-se constantemente perseguido, ou vendo circustâncias inexistentes sobre o seu companheiro (a). Também há casos de proteção exacerbada, ou seja, por causa dos ciúmes incontroláveis, é percebido que todos as outras pessoas, do sexo oposto da do seu companheiro, estão com alguma má intenção com ele(a). Chegando ao fim, após uma separação, esse ser acometido do ciúme doentio, não suporta a perda, e desregrado sentimentalmente, atinge a razão, extinguindo-a, seguindo assim, perseguições, até mesmo, a morte.
Análise pessoal: Nessa pequeno estudo, vemos o nível de imaturidade de qualquer que seja o companheiro(a) que possua esse tipo de sentimento exagerado. Todos sabem que ninguém é propriedade de ninguém, que cada um tem seu espaço, e que dependendo do nível de confiança entre ambos, pode se ter um mínimo de segurança com relação ao outro de que FARÁ SEMPRE O CERTO para proteger o seu parceiro(a), e que evitará certas circunstâncias. Deixar esse sentimento chegar ao nível de proibição, gritos, vigia, etc... é uma falta totalmente de equilíbrio emocional, e total desregra nos preceitos éticos e sociais aceitáveis.
Segundo, o tipos ditos "normais" de pessoas e de ciúmes. O que deduz-se que todo ser humano tem.
Esse tipo de pessoa, nem mesmo é considerada ciumenta. O chamado normal, é uma pessoa que vive normalmente com sua relação com as outras, que se relaciona bem com seu parceiro(a), porém, mantêm níveis de integridade e respeito próprio e ao seu companheiro(a) no tocante aos dois, que devem se guardar e se policiar em certas situações que não são convenientes a uma relação sentimental. Em outras palavras, o bom senso é o fator de regra para a convivência do casal, pois a partir daí, a confiança pode ser aumentada. E qual a relação entre a confiança e o ciúme? É bem simples, o ciúme, nem sempre é sinônimo de desconfiança com o companheiro(a), por que? Porque nesse tipo de ciúme, o parceiro(a) apenas faz considerações ao nível da orientação sobre determinadas situações, comportamentos, ações, etc. A relação entre o ciúme e a confiança é uma linha tênue, e o elemento principal para desencadear um sentimento de ciúme são as ações. Como um casal têm pensamentos diferentes, nem sempre o que é pra um é para o outro, contudo, existem comportamentos básicos sociais e éticos que regem, querendo ou não, um comportamento mínimo aceitável para ambos. Certas ações podem não ser bem vistas pelo companheiro(a) o que podem provocar o sentimento, entretanto, ao contrário do exagerado, a resolução desse tipo de desconforto é dado através do diálogo e do entendimento mútuo das situações. A educação familiar também influi nessa variável, pois ao sermos acostumados a certos tipos de comportamento, dito, níveis de liberdade, de liberalidade, de ações, de entendimento, isso influenciará no comportamento numa relação conjugal. Todavia, o bom senso vindo de ambos para entender as relações geradas, é fundamental.
O outro tipo de ciúme é aquele de desconfiança, o que para uma pessoa "normal" pode ser sinônimo do fim do relacionamento. A desconfiança é um tripé ingrime de má sustentação de qualquer relação entre pessoas. Sem a confiança, não se pode desenrolar os segredos, contrair conversas, presumir as boas opções de ações; isso cumina na deterioração dos sentimentos e no fim do processo de conhecimento entre ambos.
Análise pessoal: 100% de toda população mundial tem ciúmes de alguma coisa, já dizem os poetas, filósofos: "QUEM AMA, CUIDA". Todo mundo sabe disso, e isso é a pura verdade, quem não ama, não demonstra, principalmente por suas ações, que realmente a outra pessoa é especial. As ações dizem tudo, revelam tudo, e para um bom observador, meia ação basta. Ter ciúmes, apesar de ser uma palavra feia, é o sinal de que o outro se importa com você, e que você pode melhorar alguma coisa para agradá-lo, claro, a menos que você não goste dele, nisso, nem precisa se importar. Quem sabe o que quer, e sabe o que esperar para o futuro, tem que ter ciúmes, sempre no mundo existirão pessoas com más intenções e que algumas vezes vão se aproveitar disso para tentar alguma coisa fora de seriedade, porém, cabe a cada um do casal fazer sua parte, defendendo-se, e por consequência, estará defendendo o outro. Mas isso é pra quem tem bom senso.
Finalizando, o terceiro tipo de pessoa, é aquela que diz que não tem ciúmes.
Mesmo querendo levar numa boa, como se isso fosse bom, não é. E como essas pessoas não existem, apenas finjem ou não se importam, não me darei ao trabalho de discorrer sobre tais, porque é simplemente, perda de tempo. Pessoas que dizem que não tem ciúmes, são a prova de que não se importam, não ligam, e muito menos, gostam. Para esses, nenhuma palavra basta.
Portanto, no ensaio sobre o ciúme, o ponto fundamental para um bom relacionamento é o conjunto de uma obra que vai desde o bom senso, englobando os bons costumes, conglomerando uma boa educação familiar, enfatizando as ações certas, e descartando as erradas, pelo enorme e amoroso sinal do "perdão, eu errei". Você tem ciúme e sabe disso, todos têm, é normal, está no ser humano, é de sua natureza, até DEUS TEM CIÚMES, porém, cabe a cada um controlá-lo e saber levá-lo de uma forma harmoniosa e simples para não atrapalhar em nada, porém sempre de olho nos engraçadinhos"(as) desses mundo, ninguém é perfeito, mas buscar a perfeição deveria ser o dever de todos.
O ciúme sendo definido como "uma reação complexa a uma ameaça perceptível a uma relação valiosa ou à sua qualidade", segundo os psicólogos israelenses Ayala Pines e Ellitot Aronson, demonstram que o ciúme está em consonância com a definição feita pela terceira Lei de Newton sobre o princípio da física: "ação pressupõe uma reação". O que isso significa?
O ciúme é um sentimento humano, que geralmente acontece entre conjuges ou casais que entre si demonstram uma relação de afeto e coexistência mútua de sentimentos ditos, amorosos. Porém, apesar desse ser o fator mais conheçido, não é o único. O ciúme pode ser observado com relação a objetos, situações (exemplo: alguém pode ficar com raiva de outra, se o segundo discorre outra versão de uma história guardada com afeto pelo primeiro), e assim sucessivamente. Nisso, a relação de ciúmes é uma relação de reação a uma ação feita anteriormente, seja por outras pessoas ou até mesmo pelo próprio parceiro(a). E é esse o exemplo a ser abordado neste texto, é o ciúme entre casais, o que pode também ser abrangido por termos gerais.
São observados dois tipos de ciumentos:
Primeiro são os psicopatas, que levam o sentimento ao nível do exagero, com proibições, euforia, sarcasmo, até chegar ao limiar de querer a morte de outrem. Nesse tipo de ciúme, dito "doentio", o parceiro(a) vê-se constantemente perseguido, ou vendo circustâncias inexistentes sobre o seu companheiro (a). Também há casos de proteção exacerbada, ou seja, por causa dos ciúmes incontroláveis, é percebido que todos as outras pessoas, do sexo oposto da do seu companheiro, estão com alguma má intenção com ele(a). Chegando ao fim, após uma separação, esse ser acometido do ciúme doentio, não suporta a perda, e desregrado sentimentalmente, atinge a razão, extinguindo-a, seguindo assim, perseguições, até mesmo, a morte.
Análise pessoal: Nessa pequeno estudo, vemos o nível de imaturidade de qualquer que seja o companheiro(a) que possua esse tipo de sentimento exagerado. Todos sabem que ninguém é propriedade de ninguém, que cada um tem seu espaço, e que dependendo do nível de confiança entre ambos, pode se ter um mínimo de segurança com relação ao outro de que FARÁ SEMPRE O CERTO para proteger o seu parceiro(a), e que evitará certas circunstâncias. Deixar esse sentimento chegar ao nível de proibição, gritos, vigia, etc... é uma falta totalmente de equilíbrio emocional, e total desregra nos preceitos éticos e sociais aceitáveis.
Segundo, o tipos ditos "normais" de pessoas e de ciúmes. O que deduz-se que todo ser humano tem.
Esse tipo de pessoa, nem mesmo é considerada ciumenta. O chamado normal, é uma pessoa que vive normalmente com sua relação com as outras, que se relaciona bem com seu parceiro(a), porém, mantêm níveis de integridade e respeito próprio e ao seu companheiro(a) no tocante aos dois, que devem se guardar e se policiar em certas situações que não são convenientes a uma relação sentimental. Em outras palavras, o bom senso é o fator de regra para a convivência do casal, pois a partir daí, a confiança pode ser aumentada. E qual a relação entre a confiança e o ciúme? É bem simples, o ciúme, nem sempre é sinônimo de desconfiança com o companheiro(a), por que? Porque nesse tipo de ciúme, o parceiro(a) apenas faz considerações ao nível da orientação sobre determinadas situações, comportamentos, ações, etc. A relação entre o ciúme e a confiança é uma linha tênue, e o elemento principal para desencadear um sentimento de ciúme são as ações. Como um casal têm pensamentos diferentes, nem sempre o que é pra um é para o outro, contudo, existem comportamentos básicos sociais e éticos que regem, querendo ou não, um comportamento mínimo aceitável para ambos. Certas ações podem não ser bem vistas pelo companheiro(a) o que podem provocar o sentimento, entretanto, ao contrário do exagerado, a resolução desse tipo de desconforto é dado através do diálogo e do entendimento mútuo das situações. A educação familiar também influi nessa variável, pois ao sermos acostumados a certos tipos de comportamento, dito, níveis de liberdade, de liberalidade, de ações, de entendimento, isso influenciará no comportamento numa relação conjugal. Todavia, o bom senso vindo de ambos para entender as relações geradas, é fundamental.
O outro tipo de ciúme é aquele de desconfiança, o que para uma pessoa "normal" pode ser sinônimo do fim do relacionamento. A desconfiança é um tripé ingrime de má sustentação de qualquer relação entre pessoas. Sem a confiança, não se pode desenrolar os segredos, contrair conversas, presumir as boas opções de ações; isso cumina na deterioração dos sentimentos e no fim do processo de conhecimento entre ambos.
Análise pessoal: 100% de toda população mundial tem ciúmes de alguma coisa, já dizem os poetas, filósofos: "QUEM AMA, CUIDA". Todo mundo sabe disso, e isso é a pura verdade, quem não ama, não demonstra, principalmente por suas ações, que realmente a outra pessoa é especial. As ações dizem tudo, revelam tudo, e para um bom observador, meia ação basta. Ter ciúmes, apesar de ser uma palavra feia, é o sinal de que o outro se importa com você, e que você pode melhorar alguma coisa para agradá-lo, claro, a menos que você não goste dele, nisso, nem precisa se importar. Quem sabe o que quer, e sabe o que esperar para o futuro, tem que ter ciúmes, sempre no mundo existirão pessoas com más intenções e que algumas vezes vão se aproveitar disso para tentar alguma coisa fora de seriedade, porém, cabe a cada um do casal fazer sua parte, defendendo-se, e por consequência, estará defendendo o outro. Mas isso é pra quem tem bom senso.
Finalizando, o terceiro tipo de pessoa, é aquela que diz que não tem ciúmes.
Mesmo querendo levar numa boa, como se isso fosse bom, não é. E como essas pessoas não existem, apenas finjem ou não se importam, não me darei ao trabalho de discorrer sobre tais, porque é simplemente, perda de tempo. Pessoas que dizem que não tem ciúmes, são a prova de que não se importam, não ligam, e muito menos, gostam. Para esses, nenhuma palavra basta.
Portanto, no ensaio sobre o ciúme, o ponto fundamental para um bom relacionamento é o conjunto de uma obra que vai desde o bom senso, englobando os bons costumes, conglomerando uma boa educação familiar, enfatizando as ações certas, e descartando as erradas, pelo enorme e amoroso sinal do "perdão, eu errei". Você tem ciúme e sabe disso, todos têm, é normal, está no ser humano, é de sua natureza, até DEUS TEM CIÚMES, porém, cabe a cada um controlá-lo e saber levá-lo de uma forma harmoniosa e simples para não atrapalhar em nada, porém sempre de olho nos engraçadinhos"(as) desses mundo, ninguém é perfeito, mas buscar a perfeição deveria ser o dever de todos.
By:Steve
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